Mudando por dentro

Agora já não dói ter amado quem nunca me amou. Agora meu sorvete preferido é o de frutas vermelhas e não mais o de flocos. E minha cor favorita agora é pêssego e não roxo. E minha sandália preferida é a de salto de 15cm e não mais rasteira. Minha bolsa preferida é Louis Vuitton e não mais qualquer uma da feira. Meu perfume favorito é Victoria Beckham e não mais os de O Boticário. Minha maquiagem preferida é completa e não mais básica. Meu namorado preferido é aquele que me ama, não mais o que só eu amo.

Bíblia eu gostava de ler 20 capítulos por dia em uma única tradução, agora prefiro ler dois por semana em cinco ou seis traduções diferentes. Igreja eu gostava de ir para aprender sobre Deus, agora vou para ver meus amigos. Projetos da igreja eu gostava de me envolver, agora gosto só de ajudar. Discípulos eu gostava de aconselhar, agora gosto só de sair com eles. Deus eu gostava de conversar sobre meus problemas, agora gosto de agradecer tudo que já alcancei.

A gente muda, amadurece. Princípios, conceitos, costumes, crenças, opiniões, gostos. Tudo é suscetível ao tempo. Me perguntaram se eu caso de novo. Acho que não. Casamento nunca foi um projeto que tive, eu só queria morar junto. Agora, eu tenho alguém que adora morar junto comigo. É suficiente para mim. Minha conclusão é de que errado é ter uma vida promíscua ou adúltera. Viver ao lado de quem você tem um compromisso me parece certo desde que Isaac levou Rebeca para a tenda. Formalidades nunca foram necessárias na Bíblia, eram opcionais.

Eu estou gostando assim, está me fazendo um bem danado e vai tudo bem comigo e Deus. Porque eu posso mudar o quanto for necessário na minha caminhada, eu já tenho identidade. Já sei quem EU SOU, tenho identidade de filha. E também não importa o quanto eu mude, minha identidade de filha não vai mudar, porque Deus não vai mudar comigo, será sempre meu EU SOU.

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Seguindo sozinha

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“Assim, pois, sigamos as coisas que servem para a paz e as que contribuem para a edificação mútua.” (Romanos 14:19)

Casamento é bom quando não se está nele seguindo sozinha, o meu casamento não era real, só existia da porta de casa para dentro. Desafios são bons quando dependem unicamente de você vencê-los, meu desafio de salvar um casamento falido dependia pouco de meus esforços.

Geralmente sou uma pessoa de muita paciência, o que faz parecer que suporto tudo. Porém, chegou o meu limite. Primeiramente orei, jejuei e busquei auxílio dos meus pastores e das mulheres cristãs casadas mais velhas que me orientaram e intercederam comigo. Foram longos meses de batalha espiritual, agradeço a todos os que lutaram ao meu lado. Enfim, usei meu direito de divórcio.

A paz de Deus na nossa vida é um estado de espírito de imenso contentamento. É superior a qualquer coisa terrena, é maior que qualquer sensação que possamos ter com dinheiro, sexo, drogas etc. É plenitude de um bem-estar que não se acaba. Eu estava sentindo falta dessa paz, que agora recuperei. E, é claro, de sorrir verdadeiramente como agora eu já posso fazer. Sei quem EU SOU e vou seguir sozinha sim, mas no caminho do Senhor. Sou uma mulher realmente fantástica, do tipo que não existe muitas, agora tenho certeza de que há uma distinção de Deus na minha vida. Muitos chamados, poucos escolhidos… Paz!

Muito mais o que fazer

sabe

Um dentre milhares de milhares

 Sabe quando você sabe que tem mesmo algo mais a fazer, mas não sabe nem por onde começar ou como terminar? Não é como Noé que tinha instruções detalhadas da arca e sabia como ia ser o final de sua missão. Não é como Jesus Cristo que tinha todas as informações do começo e do final de sua missão desde o princípio. Não é como Gideão que sabia como o objetivo da sua missão, quem deveria levar consigo e que estratégia usar para alcançar a vitória no final.

Está mais para Abraão caminhando no deserto para uma terra desconhecida sem saber pra que rumo começar ou onde ia chegar. Está mais para um chamado profético, grande, importante, porém desprezado. Não necessita plateia. Não necessita multidão. As luzes e os holofotes estão dispensados. Mas precisa ter fé, muita fé, e graça superabundante. Difícil? Advinha por quê ainda não estou totalmente equipada?

 Tenho receios de receber a capacitação total do Senhor. Me sinto frágil, instável nos caminhos dEle e ainda muito despreparada para assumir tanta responsabilidade e para ter tantos dons. Não entendo o motivo de eu (agora) permanecer calada, não pedir e ainda assim receber. Enquanto há tantos clamando, pedindo, querendo… e não estão recebendo dons.

Não estou trabalhando como poderia estar. Escrever o que eu aprendo no blog é bom, alcanço algumas centenas de pessoas com meus estudos e refexões da minha caminhada com Deus. Mas foi apenas algo que Deus me mandou fazer: escrever os sonhos, escrever as visões, escrever as profecias, escrever os ensinos, escrever tudo que eu vivesse com Ele. É uma ordenança mal cumprida por mim, pois deixo passar muita coisa. A cada dia tenho aprendido algo de Deus que me prepara para o futuro, mas não é todo dia que eu escrevo.

Há muito mais para se fazer. Há mais que escrever um blog, mais que escrever um livro, mais que cantar no louvor da igreja, mais que anunciar Jesus aos amigos e aos alunos, mais que ler toda a Bíblia todos os anos. Há muito mais o que se fazer. A seara é tão grande que me estonteio, não reajo diante das pressões internas. Sim. Pressões internas. Não são do superego, mas do Espírito Santo. Eu tenho muito mais para fazer. Talvez você não tenha, sabe… eu acabei entendendo que não é para todos.

chamados escolhidos

Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos. (Mateus 22:14)

 Muitos foram chamados, poucos foram escolhidos. Ganhar almas é para todo cristão. Ganhar multidões é para alguns. Ter um dom espiritual é para todo cristão. Ter diversidade de dons é para alguns. Ter algo a fazer para a obra de Deus é para todos os cristãos. Ter muito mais para fazer para tornar o nome de Jesus conhecido é para alguns. Sim, é verdade que muitos foram chamados, poucos foram escolhidos.

Não estou lá. Não estou nesse nível de viver conforme Deus deseja que eu viva. Não sou hipócrita de me sentir a escolhida dentre os chamados. Não sou hipócrita de me afirmar “a cristã”, quando apostatei de quase toda a solidez que o cristianismo oferece. Não sou hipócrita de dizer que estou trabalhando, quando na verdade estou simplesmente estonteada olhando a seara… E não estou fazendo nada, porque o que eu tenho a fazer é muito mais. Me assusta, me comove, mas não me move.

Ó Deus, até quando haverá cisão entre o meu querer e o meu agir? Porque aquilo que quero, ah Paulo, eu também não faço. Mas o que eu não quero, isso eu também faço o tempo todo. Não sou perfeita como Deus é, ainda não consegui atingir essa ordenança. Não sei amar com o amor que Ele me ama. Não sei agir com a intrepidez que seu Evangelho me constrange. Pelas minhas falhas, me envergonho. Há muitas pessoas morrendo lá fora.

Sei que estamos no século XXI e tudo acontece muito rápido, as pessoas comumente não têm tempo sequer para estar com a família e logo se justificam como não podendo pregar, não podendo trabalhar na igreja, na obra. Ninguém pode mais ofertar com desprendimento porque o tempo é curto, o dinheiro também. Sei sim, vivo nesse mesmo mundo, nesse mesmo ciclo, nessa mesma lógica. Mas tenho estudado no Novo Testamento que boa parte da rejeição dos judeus a Jesus advinha do fato de Ele querer romper com a lógica estabelecida, pois Jesus era a encarnação viva da superação da Lei dos patriarcas. É preciso que ao menos alguns de nós quebremos a lógica estabelecida pelas tradições e tomemos nossas decisões, orientemos nossas ações, pelo que o Espírito Santo nos direciona diretamente.

Às vezes, as pessoas ao seu redor não conseguem ver aquilo que somente os seus olhos foram abertos para ver, então você tem que caminhar só na direção que o Espírito Santo revelou a você. Às vezes apenas os seus olhos vêem, apenas os seus ouvidos ouvem, apenas você tem a revelação. Não há quem ande ao seu lado, senão Deus. E isso deve ser suficiente. Deve dar satisfação. Minha angústia vem desse momento só pelo qual já caminho e pela ansiedade de, no completar da vontade de Deus, continuarei e estarei muito mais. Isso tem me estonteado também.

Nova Aliança

Adestra as minhas mãos para a peleja, de sorte que os meus braços vergam um arco de bronze.

"Adestra as minhas mãos para a batalha, de sorte que os meus braços vergam um arco de bronze." (Sl 18:34)

Nesses tempos meditei muito em Oséias. Jovem profeta, contemporâneo de Isaías, mas que viveu um grande confronto de obediência. Talvez ele sonhasse em se casar com uma mulher honrada, mas Deus o mandou se casar com uma “mulher de prostituições”. Oséias sentiu na pele a dor de ter uma aliança rompida e passou pelo processo de restaurar seu casamento com Gômer, o que só foi possível porque Oséias tinha duas qualidades.

A primeira era um coração aliançado ao coração de Deus. Por isso Oséias era obediente e não questionava a soberania de Deus sobre a sua vida, mesmo passando pela vergonha de sofrer adultérios, mesmo passando pelo humilhante julgamento das outras pessoas.

A segunda qualidade de Oséias era um amor verdadeiro. Somente um amor verdadeiro é capaz de exercer esse perdão tão profundo quando uma aliança é rompida e somente por esse amor é que se pode vislumbrar um recomeço.

Quando você se sentir injustiçado por Deus e não compreender porque a tempestade de repente atingiu sua vida, leia Oséias. Não sei até que ponto eu e Oséias somos parecidos, o que sei é que quando eu obedeço ao Senhor, sou capacitada para fazer o que eu duvidava e vejo acontecer o que eu chamava de improvável. Deus se levantou e guerreou pela minha causa e, sem que eu precisasse agir por impulsos humanos, o Senhor resolveu minha angústia e tem me feito nova aliança. Ganhei do Senhor um novo homem, tenho um novo começo.

Já penso de novo em aumentar a família. Coração aquecido, novos sonhos, paz indescritível, forças renovadas. Hoje acordei cedo e orei ao Senhor, pois percebi como estou forte. Deus não nos capacita sem objetivo. Isso só pode significar uma coisa: está chegando uma grande guerra. E eu estou pronta!

O que me traz esperança

Santa Ceia do Senhor

“Quero trazer à memória aquilo que me traz esperança.” (Lm. 3:21)

É exatamente disso que ando precisando. Encher a mente de coisas que tragam esperança, pois eu perdi todos os meus sonhos e agora nem tenho mais um projeto de vida. O que eu vivo é por mim mesma e pela aliança com Deus, mas há dias em que isso não é exatamente suficiente para me segurar nesse mundo.

Bolei uma estratégia para ter vontade de viver. Agora todos os dias eu ceio com Deus, assim que eu acordo. É uma forma de me trazer à memória que temos uma aliança e eu então tenho algo pelo que viver. Um gesto que pode ser visto como profano para muitos, mas na minha vida significa comunhão e intimidade. Aliança. Coisa que poucos entendem o que é.

Definitivamente eu não preciso de alguém que fale grosso comigo, eu preciso é de mansidão como só o meu Senhor Jesus pode me oferecer. Não vou mais procurar nesse mundo algo que me satisfaça, não haverá. Só preciso trazer à memória a certeza da salvação, a segurança de ter o amor de Deus e a plenitude de viver somente a vontade do Pai e nunca mais a minha. A ceia me lembra disso… morrer para o mundo, viver o viver de Cristo, assumindo seu corpo e seu sangue ao me tornar uma com Ele. Tomara mesmo que eu consiga…

Sei que Deus responde as orações

Ouve, Senhor, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor. (Sl. 39:12a)

Ouve, Senhor, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor. (Sl. 39:12a)

Não sei se você conhece esse corinho antigo:

“Sei que Deus responde as orações, sei que Deus responde as orações. Muitas vezes já provei que Deus, Deus responde as orações”

Uma vez a menina voltava da faculdade, já era noite, e vinha conversando com o Pai:

— Paizinho, eu quero amar as pessoas como o Senhor as ama.
— Você não suportaria isso. Você sabe o que está pedindo?
— Se eu não amar como o Senhor ama, como irei?
— Você entende o que é amar profundamente e ser rejeitado?
— Claro, o Senhor é que não sabe o que é rejeição.
— Sim, sei e vou lhe mostrar, para que sinta um pouquinho da minha dor.

Ah, como chorei nesse dia. Senti na pele a dor da rejeição. As pessoas ignoram completamente o amor que Cristo ofereceu ao se sacrificar e seguem suas vidas como se Deus não existisse. O cheiro do pecado sobre a Terra é horrível. Chorei muito esse dia, clamando o Senhor me livrou dessa pequena amostra. E eu percebi que eu não seria mesmo capaz de amar como Deus ama. Nem que eu me esforçasse muito.

Mas Deus responde as orações. Ele nos ouve e às vezes a resposta demora. Tive a oportunidade recente de pensar: Em meu lugar, o que Jesus faria? Amei muito alguém que não me amou da mesma maneira, não soube se sacrificar por mim e nem valorizou o que eu ofereci. Exatamente como o mundo faz com Jesus. E o que Jesus faz? Aceita cada um de volta quantas vezes for preciso, porque não quer perder nenhuma ovelha, por mais errante que seja. E aí? Como não perdoar quando, no meu lugar, é exatamente isso que Jesus faria? Pronto. A menina teve finalmente sua chance de aprender a amar como Deus ama.

De quando se calar

Vida corrida, pouco tempo para respirar. E quando faço uma pausa para respirar, procuro sorver com as narinas outro ar. Um ar que na verdade tira meu fôlego, transporta meus pensamentos pra lua, traz calafrios que aquecem o coração. Fôlego de vida, fôlego de amor. Tenho procurado viver da melhor forma possível, o caso da modelo Mariana Bridi me lembrou isso. Agradeço a todos os que apareceram por aqui ultimamente. Aos leitores anônimos, saibam que eu sou uma pessoa gentil e educada. Costumo responder os comentários por email em tempo hábil. Até escrevi dois estudos interessantes ultimamente e compartilhei com os da minha célula. Mas não é tempo de compartilhar aqui. É tempo de outra coisa.

Sabe aquelas coisas que você tanto quer e estão perdidas dentro do seu coração? Falo daqueles sonhos e promessas que um dia vão acontecer, mas você não sabe quando. Recentemente, algumas promessas começam a se cumprir na minha vida. Algumas não, porque estou sendo mais reducionista que simplista quando assim digo. A realidade é que a maior parte do que estava por acontecer, tem se cumprido em minha vida de poucos meses para cá.

No começo, quis contar para um milhão de pessoas. Contei para meia-dúzia, então, percebi a importância de me calar. Por isso gostaria de compartilhar aqui essa sabedoria com você. Cale-se. Seus sonhos, suas promessas, o que Deus está fazendo na sua vida. Cale-se até que a obra esteja findada, para depois você poder falar como testemunho.

No Gênesis, Deus criou tudo usando a voz. Quando acabou, ele viu que a obra tinha sido boa e, então, descansou. Junte a isso a idéia de que Deus trabalha por aqueles que nele esperam e você vai me entender. Se Deus está trabalhando, você descansa e se cala. A voz de Deus orienta seus passos. Compartilhar com outras pessoas, gera outras vozes que, provavelmente, desorientarão seus passos. Quando Deus terminar a obra dele na sua vida, Ele “descansará” (no sentido de “está feito”) e você poderá fazer o seu trabalho que é o de anunciar ao Senhor por meio do que Ele fez em sua vida.

 Então, não diga nada até que a obra seja completa. Lição que custei aprender! Rs… Be blessed!

Fala Senhor, porque a menina ouve

Então um dia a menina percebeu que falava muito. Para tudo que Deus lhe pedia a menina tinha um porém. Paciente, amoroso e, principalmente, ONISCIENTE, Deus continuou falando. Falou até que fez sentido e a menina entendeu.

Às vezes temos que depôr Saul, rejeitar Eliabe e mandar trazer Davi.
Davi é quem deve ser ungido! Como a menina não percebeu antes?

Tantas coisas na nossa vida parecem atrativas, mas não foram coisas escolhidas por Deus para vivermos. São belas, mas contrapõem-se à vontade de Deus (cuja soberania eu não ouso mais questionar). São os caminhos que nos fazem coroar a Saul. Quando a gente cai na real, percebemos que a vontade do Senhor é que deve prevalecer. Saímos como Samuel a procurar o que ungir, o que eleger na nossa vida. Se os nossos olhos nos guiarem, ungimos Eliabe, porque ele nos parece BOM.

Ah, menina… quantas vezes você trocou o MELHOR de Deus pelo que lhe pareceu BOM? Quando aprendemos a ouvir a voz do Senhor, como Samuel ouviu, a gente diz “Fala, porque o teu servo ouve”. E pacientemente aprendemos a ouvir o que Deus quer de nós e logo descobrimos que temos que mandar trazer Davi, porque é a Davi que temos de ungir. Davi é o MELHOR de Deus, é sobre Davi que derramarei meu óleo… Ah, vou gastar meu azeite, mas Davi será ungido rei!

Música, porque eu não posso mais imaginar minha vida sem Jesus Cristo, sem servir:

Música: You Deserve
Artista: Hillsong Music Australia
Album: This is Our God (2008)

 

Serenata de Amor e Doces Destinos

Gosto de chocolate, mas não muito. Hoje comi alguns, dentre eles um serenata de amor. Enquanto me deliciava, pensava como o destino que Deus traça é doce e suave. Para cada um de nós há um belo propósito, recheado de pessoas especiais que, por algum motivo, passarão por nossas vidas. Fiquei pensando nesses doces destinos, pois mesmo aqueles que me enganaram, que me traíram, foram importantes na minha vida. As circunstâncias me ajudam a perceber aonde está minha fé e o que é essencial para que eu viva. O fôlego de vida vem sempre do Senhor, sempre…

Pisando nas marcas do Pai

Então sentei com minha discípula para ensiná-la sobre
idolatria e adoração.
Despidos os véus da inocência, podemos ver melhor
quem tem sido o nosso senhorio, se temos pertencido
de corpo, alma e espírito a Deus ou a nós mesmos.
Vemos se temos feito a nossa vontade ou a de Deus.
Vemos se sonhamos nossos sonhos ou os do Pai.
Vemos se temos vivido para Deus ou para nós mesmos.
Falamos acerca dos planos de Deus para nossas vidas.
Eu penso que ninguém está neste mundo a passeio,
Deus tem propósitos e sonhos para todos nós.
Costumo ouvir que somos imortais até que todos os
planos de Deus se cumpram nas nossas vidas. Creio nisso.
Mas temos sempre a chance de escolher pisar fora da marquinha.
É como se Deus fizesse marquinhas aonde deveríamos pisar,
traçasse com elas o caminho que devemos seguir.
Mas podemos escolher pisar fora e caminhar longe de Deus.
Tenho escolhido pisar nas pegadas do Pai,
porém é apenas uma escolha, na realidade tanto eu
como todos os que perseguem a santidade vivem pisando fora
mesmo sem querer… Ah, mas meu alvo é pisar na marquinha!