De como eu chorei

Guarda o meu coração, ó Deus

Guarda o meu coração, ó Deus

Eu tive uma semana muito feliz. Promessas se realizando, presentes incríveis, Deus me honrou com honra sobre honra. Mas aí chorei. Chorei, chorei, sim, chorei. Muita emoção e alegria de viver tanta coisa boa de uma só vez na minha vidinha. Especialmente porque eu sofri muito nos anos anteriores.

E também chorei porque conheci uma pessoa incrível, na hora em que não devo me aproximar e me dói só de ver ou pensar. Isso de fato está me consumindo.

E toda a minha alegria complica porque ele me ajudou nas minhas vitórias. Me sinto dividida e até mesmo errada por estar assim. E isso me faz pedir que Deus guarde o meu coração para que eu não projete sentimentos irreais que não provém do trono e não trace planos fora do propósito perfeito do Senhor…

Quando chorei

Chorei.

Chorei mesmo.

A luta estava tão difícil que eu entrei no banho e chorei.
Ali aonde somente o Paizinho me veria.
Um choro balbuciando o que somente o Paizinho entenderia.
Chorei.

“Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos.” (Zacarias 4:6)

Identidade da Mulher na Praia

Nem é hora de falar disso, tá tarde já… Comecei a escrever 23:50h, mas parece que tenho que escrever agora, então vou escrever. Ficou grande, mas vale a pena. Hoje fui num culto lá na comunidade de religiosos que estou frequentando em que um pastor muito abençoado foi convidado para pregar. Descobri lá que iam falar de milagres… Em post próximo compartilharei as novas coisas que aprendi sobre milagres.

Mas a idéia que eu tenho pra falar agora é sobre a identidade da mulher caminhando na praia. Estava eu no culto orando, quando… Aaaaah, segue o diálogo! De azul as bobagens que essa menina falou e de preto as respostas que ouviu:

— Já entendeu a visão?
— Ainda não entendi.
— Como não entendeu?
— Não sei, eu ainda não entendi.
— Não entendeu?
— Não entendi…
— A mulher é você.
— Eu?
— Você. Noiva em quem coloquei vestes brancas. Noiva que EU adornei. Tirei os pés do laço e firmei na rocha. Adornei seus pés. Adestrei suas mãos para o trabalho e para a vitória nas batalhas. Adornei suas mãos. Coloquei um cabeça, que é Jesus Cristo, sobre você. Transformei sua mente. Adornei sua cabeça.

(Na visão, a mulher tinha flores enlaçadas nos pés, na mão direita e na cabeça. )

— Como sou eu se nem parece comigo?
— Você não se vê como EU te vejo. EU vejo você com o que você é e com o que você há de vir a ser.
— Eu ainda não entendo tudo…
— Dance chorando. Chore dançando. Porque o mundo te trará sofrimento, mas você deve sempre seguir a minha melodia. Dance a minha melodia, siga conforme EU cantar. EU já cingi seus lombos como um sinal profético.
— Sinal profético? Que tem cingir os lombos nisso tudo?
— Estude a Bíblia.
— Me acorda?
— Você acordará.

Foi isso por enquanto. Estou acostumada a ver uma mulher representando a Igreja, nunca vi uma mulher que fosse eu (mesmo que eu seja parte da Igreja). E embora eu já tenha lido alguma coisa sobre cingir os lombos, eu não faço idéia ainda do que significa. Vou realmente ter que estudar a Bíblia, ainda bem que o Paizinho é atencioso e pegou no meu pé. Teólogos de plantão, toda ajuda é benvinda!

Mulher caminhando na praia

Não entendi até hoje… mas vou abrir porque percebi que estou deixando de compartilhar muitas visões e sonhos que ando tendo. Semana passada tive a seguinte visão:

Vi uma mulher de cabelos negros bem compridos. Usava um vestido longo de tecido fininho, leve e suave. Era um vestido meio esvoaçante, branco, de mangas compridas também. A mulher tinha flores enlaçadas nos pés, na mão direita e na cabeça. Essa mulher estava sozinha numa praia de areia bem fininha e branquinha, por volta das 18h, quando o efeito do sol na água do mar fica bonito. O mar estava bem calmo, ondas pequenas. Todo o ambiente era de tranquilidade. A mulher caminhava pela praia. Ela ia andando, chorando e dançando. Andando, chorando e dançando. Fiquei vendo ela caminhar na praia por uns minutos. Acabou assim.